1-
Lembre-se de que os gatos vivem aqui, você não!
2-
Se você não quer pêlo de gato em suas
roupas, fique longe do sofá.
3-
Sim, eles têm alguns hábitos desagradáveis.
Eu também, assim como você.E
dái?
4-
É claro que eles cheiram como gatos.
5-
É da natureza deles cheirar você.Sinta-se
à vontade para cheirá-los também.
6-
Eu gosto deles muito mais do que da maioria das pessoas,
se você não quer fazer parte desse grupo
de pessoas, respeite-os!!!
7-
Para você eles são apenas animais, para mim
são filhos pequenos, que andam de quatro e não
falam tão claramente. Eu
não tenho problema com nenhum desses pontos. E
você?
"Quanto
mais conheço os homens, mais estimo os animais".
Alexandre
Herculano
Os
Gatos e a Religião
"Os
animais dividem conosco o privilégio de terem uma
alma". Pitágoras
Muito
embora não seja hoje em dia tão difundido,
o culto aos animais espalhava-se outrora pelo mundo. Mesmo
os deuses que não possuíam forma animal
tinham um animal sagrado a eles dedicado, que os simbolizava.
Entre estes animais, o gato foi um dos mais adorados,
tanto por sua fecundidade quanto por seus hábitos
noturnos, que o tornaram o guardião da noite, dos
mortos, e dos mistérios da vida e da morte.
Em
diversas culturas da Antiguidade, em especial nas culturas
orientais, o gato era considerado um guardião das
almas dos mortos, detentor dos mistérios da vida
e da morte, um condutor que as levava até o outro
lado.
Sob esta perspectiva, o gato era adorado como divindade,
e reverenciado como animal de grande poder místico.
"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário
entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo
até o momento em que o espírito humano se
torna livre. Então, e somente então, ele
irá liderar a alma até seu repouso final."
(
The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman )
O
CULTO AO GATO
O
CULTO EGÍPCIO
No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura
da deusa Bastet, representada comumente
com corpo de mulher e cabeça de gata ou em forma
de uma gata preta. Esta bela deusa era o símbolo
da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo
da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar
a terra e os homens, curar doenças e conduzir as
almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados
guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos
amuletos.
Era
proibida a saída do gato do Egito, mas alguns destes
felinos foram levados para a Europa em embarcações
comerciais fenícias, cerca de mil anos antes da
Era Cristã.
O
Gato na Grécia
Na Grécia clássica, o gato foi associado
à feminilidade, ao amor e ao prazer sexual, atributos
de Afrodite. Também foi associado à Artemis,
a deusa da caça e da lua, da qual se dizia que
teria escapado um perseguidor, Tiphon, transformada em
gata.
O
Culto em Roma
No Império Romano, o gato esteve ligado a várias
deusas. Diana, a caçadora, governava a fecundidade
e a lua, assim como Bastet, e uma lenda antiga atribui
a ela a criação do gato. Também a
sensual Vênus é representada como uma gata,
uma encarnação de emoções
maternas.
O
Gato na Babilônia
Apesar de não haver culto ao gato, dizia um mito
que o gato teria nascido do espirro de um leão.
O leão, aliás, era um símbolo da
realeza.
O
Gato na América Pré-Colombiana
Na América, embora não houvessem gatos domésticos,
os grandes felinos, como o puma e o jaguar, tiveram seu
lugar no panteão dos deuses. O jaguar era símbolo
de grande força e sabedoria, e acreditava-se que
os curandeiros mortos transformassem-se neste animal.
O
Culto Celta
Na cultura celta, a deusa Cerridwen tem um elo de ligação
com o culto ao gato relativo à fecundidade através
de seu filho Taliesin, que em uma de suas encarnações
foi descrito como um gato com a cabeça sarapintada.
O
Culto Escandinavo
Nas lendas nórdicas, aparece a deusa do submundo
Freya, cuja carruagem era puxada por dois gatos, que representavam
as qualidades da deusa, a fecundidade e a ferocidade.
Estes gatos mostravam bem as facetas do gato doméstico,
ao mesmo tempo afetuoso e terno, e feroz quando excitado.
Os templos pagãos eram freqüentemente adornados
com imagens de gatos. Na Finlândia, havia a crença
em um trenó puxado por gatos que levava as almas
dos mortos.
O
Gato no Islã
Há uma série de contos associando os gatos
ao profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo
da morte, ao matar uma serpente que o atacava. Por causa
desta associação entre o gato e o Islã,
a Igreja Católica conseguiu tanto êxito ao
relacionar o culto ao gato com as heresias e o demônio.
Os gnósticos, que atribuíam igual importância
a Jesus, Buda e Zoroastro, já eram acusados pela
Igreja, de adorar o demônio na figura de um Gato
preto.
Na
tradição muçulmana o gato é
dotado de "baraka", a "chama sagrada do
espírito".
O
Gato no Budismo
Nos cânones originais do budismo, o gato é
excluído da lista de animais protegidos, devido
ao fato de que, no momento da morte de Buda, quando todos
os animais se reuniram para chorar seus restos, o gato
haver não só mantido os olhos secos como
comido tranquilamente um rato, provando sua falta de respeito
pelo acontecimento solene. Entretanto, apesar da lenda,
o gato foi venerado pelos primeiros budistas por seu autodomínio
e a tendência à meditação.
Na China, estatuetas de gatos eram usadas para expulsar
os maus espíritos, e havia dois tipos de gatos,
os bons e os maus, que eram facilmente diferenciados porque
os maus tinham duas caudas. No Japão, quando um
gato morria, era enterrado no templo do dono, e no altar
do mesmo era oferecido um gato semelhante, pintado ou
esculpido, para garantir ao dono tranquilidade e boa sorte
durante sua vida.
O
Gato no Hinduísmo
No
hinduísmo, a deusa Shosti, que preside os nascimentos,
é representada montada num Gato.
O
Gato e o Judaísmo
No Talmude, o gato só aparece cerca de 500 d.C.,
quando o livro sagrado louva brevemente seu asseio. Entretanto,
uma antiga lenda hebraica conta que o gato teria sido
criado em plena Arca, quando Noé, em desespero
porque os ratos estavam se multiplicando e devorando todas
as provisões, implorou à Deus que lhe enviasse
uma solução. O gato então teria sido
criado de um sopro do leão. Outra antiga lenda
judaico-espanhola diz que Lilith, a primeira mulher de
Adão, o teria deixado para se transformar em um
vampiro, que sob o aspecto de um gato preto, atacava bebês
adormecidos e indefesos e lhes sugava o sangue.
O
Gato e o Cristianismo
A Igreja , no início de sua história, adotou
alguns símbolos pagãos e rejeitou outros.
Assim, Jesus se tornou "O Leão de Judá",
e a serpente a égide do mal.
Na
seita dos coptas, surgida por volta do século I
d.C., havia no evangelho gatos que julgavam os homens
após a morte.A
primitiva Igreja celta associou vários santos às
tradições pagãs e ao culto ao gato.
Santa Gertrudes de Nivelles, por exemplo, é representada
sempre com um gato, e, na França, dizia-se que
Santa Ágata transformava-se em um gato enfurecido
para punir os infiéis.
Na
Idade Média, entretanto, a imagem do gato começou
a mudar. No século V, os gnósticos, que
atribuíam igual importância a Jesus, Buda
e Zoroastro, foram acusados de adorar o demônio
na figura de um gato preto.
No
ano de 1232, o papa Gregório IX funda a Santa
Inquisição, com o intuito de descobrir
heréticos que cultuavam o demônio, novamente
na figura de um gato preto, macho.
Em
1344, surge na França, o culto de São Vito,
em Metz, queimando vivos anualmente 13 gatos em uma gaiola.
Quando a Peste Negra atacou a Europa, dizimando quase
um terço da população, inicialmente
os gatos foram considerados culpados e perseguidos, ordenando-se
a sua destruição.
A
associação da figura do gato ao culto ao
demônio levou inevitavelmente à sua vinculação
à feitiçaria e às artes mágicas.
No
século XV, na Alemanha, ressurgem cultos pagãos
como o da deusa Freya. Em 1484, o Papa Inocêncio
VIII difunde a crença de que as feiticeiras veneravam
Satanás encarnado em gato. Por toda a Europa, pessoas
inocentes foram torturadas em nome de Deus. E, com elas,
seus gatos.
Em
Ypres, na França, centenas de gatos eram atirados
do alto de um campanário em um festival anual.
Milhares de gatos foram sacrificados em rituais durante
a Páscoa. A perseguição chegou até
mesmo à América, quando, em 1692, várias
pessoas foram executadas em Salem, no estado de Massachusetts.
Entretanto, mesmo nestes tempos inglórios, os gatos
foram também companheiros amados em alguns países,
como na Rússia, onde eram comuns serem encontrados
em conventos e mosteiros.
O
Cardeal Richelieu possuía vários gatos,
entre eles um angorá preto chamado Lúcifer.
No sul da França, corria a lenda dos gatos mágicos
chamados matagots, que traziam fortuna e sorte a quem
os acolhia e amava. Com o passar do tempo, a perseguição
foi recrudescendo, e a importância dos gatos como
controladores dos roedores foi reconhecido. No século
XVIII, são abolidas as leis sobre a feitiçaria,
e até mesmo o Papa Pio IX rendeu-se aos seus encantos.
"Infelizmente
ainda hoje os Gatos continuam sendo perseguidos, por pessoas
que se julgam representantes de uma raça superior".
Fonte: Planeta Gato
"O
menor dos felinos é uma obra-prima". Leonardo
da Vinci
"Estória
do Gato e da Lua" (realizador:
Pedro Serrazina)
A
HISTÓRIA DOS GATOS
"Gatos
sabem como obter comida sem trabalho, abrigo sem confinamento
e amor sem castigo." W.L. George
O
gato é um animal que tem muito quartzo na glândula
pineal, é portanto um transmutador de energia
e um animal útil para cura, pois capta a energia
ruim do ambiente e transforma em energia boa, normalmente
onde o gato deita com frequência, significa que
não tem boa, caso o animal comece a deitar em
alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é
sinal de que aquele orgão ou membro está
doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já
percebeu a energia ruim no referido orgão e então
ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar
a energia ruim que tem ali.
Ela ainda observa que do mesmo jeito que o gato deita
em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente
que já limpou a energia do local e não
precisa mais dele.
Ela ainda diz na palestra que o amor do gato pelo dono
é de desapego, pois enquanto precisa ele está
por perto, quando não, ele se a afasta.
O
gato é capaz de provocar os mais diversos sentimentos
no ser humano. Certamente, quem não gosta de
gatos é porque nunca teve o prazer de conviver
com um deles. Gostaria que todos lessem esse artigo
inteligentemente escrito por "Artur da Távola".
Quem gosta de gatos irá se identificar muito
com o texto e quem não gosta.... bem, quem não
gosta, a gente apenas lamenta...
"ODE
AO GATO"
Artur da Távola.
"Bichos
polêmicos sem o querer, porque sábios, mais
inquietantes, talvez por isso. Nada é mais incômodo
que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir
a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem
quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica,
temor, reverência, obediência.
O
gato não satisfaz as necessidades doentias do amor.
Só as saudáveis. Lembrei, então,
de dizer, dos gatos, o que a observação
de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre
de iluminar um coração a eles fechado? Quem
sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão,
uma possibilidade de luz e vida onde há ódio
e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não
está por trás do Mago Merlin, soprando-me
o artigo?
Já
viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo
às ordens de um pilantra que vive à custa
dele? Não! Até o bondoso elefante veste
saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro
no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza
de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham
na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação
de independência e afeto. E como não cede
ao homem, mesmo quando dele depende, é chamado
de arrogante, egoísta, safado, espertalhão
ou falso. "Falso" porque não aceita a
nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca
e respeito pela individualidade. O gato não gosta
de alguém porque precisa gostar para se sentir
melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio,
que é dele e ele o dá se quiser.
O
gato devolve ao homem a exata medida da relação
que dele parte. Sábio, é espelho. O gato
é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo
da não-ação que não é
inação. Nada pede a quem não o quer.
Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se.
Não pede amor, mas se lhe dá, então
ele exige. Sim, o gato não pede amor. Nem depende
dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito.
Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é
um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano,
mas se comporta como um lorde inglês.
Quem
não se relaciona bem com o próprio inconsciente
não transa o gato. Ele aparece, então, como
ameaça, porque representa essa relação
precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do
homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso.
Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho
é medroso ou substitui inaceitáveis (mas
existentes) impulsos secretos de agressão, o gato
sabe. E se defende do afago.
A
relação dele é com o que está
oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou
podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega,
de subida no colo ou manifestação de afeto,
é algo muito verdadeiro, que não pode ser
desdenhado. É um gesto de confiança que
honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O
homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver
o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato
sente. Se há solidão, ele sabe e atenua
como pode, ele que enfrenta a própria solidão
de maneira muito mais valente que nós. Nada diz,
não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe
"ler" pensa que "ele" não está
ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo.
Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele
está comunicando códigos que nem sempre
(ou quase nunca) sabemos traduzir.
O
gato vê mais e vê dentro e além de
nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas
amigos e opressores. O gato é medium, bruxo, alquimista
e parapsicólogo. É uma chance de meditação
permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção,
silêncio e mistério. O gato é um monge
silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver
as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho
na sua busca, em vez de o querer preparado, já
conhecido e trilhado.
O
gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos
à pesquisa permanente do real, à busca incessante,
à certeza de que cada segundo contém a possibilidade
de criatividade e de novas inter-relações,
infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição
diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações
são íntimas e profundas. Exigem recolhimento,
entrega, atenção.
Desatentos
não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo
o que precise de promoção ou explicação
quer afirmação. Vive do verdadeiro e não
se ilude com aparências. Ninguém em toda
natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene)
a si mesmo como o gato! Lição de sono e
de musculação, o gato nos ensina todas as
posições de respiração ioga.
Ensina a dormir com entrega total e diluição
recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se
com a massagem mais completa em todos os músculos,
preparando-os para a ação imediata. Se os
preparadores físicos aprendessem o aquecimento
do gato, os jogadores reservas não levariam tanto
tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O
gato sai do sono para o máximo de ação,
tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho
preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo,
a qual ama e preserva como a um templo. Lição
de saúde sexual e sensualidade. Lição
de envolvimento amoroso com dedicação integral
de vários dias. Lição de organização
familiar e de definição de espaço
próprio e território pessoal. Lição
de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição
de salto. Lição de silêncio. Lição
de descanso. Lição de introversão.
Lição de contato com o mistério,
com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade
sem ícones. Lição de alimentação
e requinte. Lição de bom gosto e senso de
oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais
completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças,
sem veemências, sem exigências.
O
gato é uma chance de interiorização
e sabedoria, posta pelo mistério à disposição
do homem."
"Já
estudei muitos filósofos e muitos gatos. A sabedoria
dos gatos é infinitamente superior".
Hippolyte
Taine
DAS
QUALIDADES DOS GATOS.
(Autoria
Desconhecida)
Quando
Deus fez o mundo, escolheu enchê-lo de animais,
e decidiu dar uma qualidade especial para cada um.
Todos os animais formaram diante Dele uma longa fila,
e o gato, calmamente, foi para o fim da fila.
Deus deu ao elefante e ao urso a Força, ao coelho
e ao cervo a Velocidade, a Sabedoria à coruja,
Beleza aos pássaros e borboletas, Esperteza para
a raposa, Inteligência para o macaco, Lealdade para
o cão, Coragem para o leão, Alegria para
a lontra... Todas estas coisas os animais haviam pedido
para ter.
Afinal, ao fim da fila, o pequeno gato sentou-se e esperou
paciente.
Deus
perguntou-lhe:
- O que terá você ?
Ao que o gato encolheu os ombros e respondeu:
- Qualquer coisa me servirá. Eu não ligo.
E Deus disse:
- Mas eu sou Deus ! Quero lhe dar algo especial !
E o gato, espertamente, respondeu:
- Então me dê um pouco de tudo, por favor
!
E Deus, rindo-se da enorme inteligência do animal,
deu para o gato a soma de todas as qualidades dos animais,
mais a graça e a elegância, e um gentil ronronar,
para que ele sempre atraísse os homens e conquistasse
seus lares.
"Existem
duas maneiras de nos refugiarmos das misérias da
vida: música e gatos". (Albert Schweizer)
KITTENS
REGRAS DE ETIQUETA PARA GATOS INEXPERIENTES
(Autoria
Desconhecida)
1)
Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá.
Se o sofá estiver longe demais, procure um bom
tapete.
2) Determine logo qual é a visita que detesta gatos,
e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não
terá coragem de empurrá-lo para o chão,
e pode ser até que venha a dizer "Gatinho
bonito!". Se você estiver com bafo de comida
de gato, melhor ainda.
3) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente
usando calça comprida, escolha, de preferência,
cores contrastantes com as suas.
4) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro.
Não é necessário fazer nada. Basta
sentar e ficar olhando.
5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!"
com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias
ou, eventualmente, morder seus calcanhares.
6) Não permita portas fechadas em cômodo
algum. Para abrir uma porta, apóie-se nas patas
traseiras e bata nela com toda força que tiver
nas dianteiras. Quando a porta for finalmente aberta para
você, não é necessário usá-la;
você pode mudar de idéia tranqüilamente.
Quando você ordenar a abertura de uma porta que
dê para fora, pare exatamente no meio do caminho,
entre a porta e o vão, e aproveita para pensar
sobre diversas coisas. Isso é particularmente importante
em noites muito frias, e em épocas de mosquitos.
7) Se uma pessoa estiver ocupada e outra à toa,
fique com a ocupada. Se alguém estiver lendo, chegue
bem perto, e dê um jeitinho de meter o focinho entre
o livro e a cara da pessoa. Desconsidere isso em casos
de leitores que abrem livros ou jornais em cima da mesa;
aí, basta deitar em cima do que estiver sendo lido.
8) Se algum dia encontrar uma senhora tricotando, suba
no colo dela e deite. De repente, estique a pata e, como
quem não quer nada, dê um bom tranco nas
agulhas. Observe os acontecimentos: isso se chama perder
o fio da meada, e a senhora tentará atrair sua
atenção para outras partes da casa. Ignore-a.
9) Quando encontrar alguém fazendo o dever de casa,
sente-se na folha de papel que estiver sendo trabalhada.
Depois de ter sido removido de lá pela terceira
vez, vá para outro canto da mesa e empurre tudo
que se mexa: lápis, cola, tesoura e o que mais
houver.
10) Durma bem durante o dia para estar novo em folha,
e pronto para brincadeiras entre 2 e 4 horas da manhã.
Se seu humano trabalhar durante a noite, modifique seus
hábitos de sono para poder estar com a corda toda
entre as 10h e o meio-dia.
"Se
você for merecedor de sua afeição,
um gato será seu amigo, mas nunca seu escravo".
Theophile
Gautier
"Um
gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no
telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do
escritório, e o salto preciso que ele dá
para atingi-la é mais do que impulso para a cultura.
É o movimento civilizado de um organismo plenamente
ajustado às leis físicas, e que não
carece de suplemento de informação. Livros
e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera.
Mais do que a coruja, o gato é símbolo e
guardião da vida intelectual."
Carlos
Drummond de Andrade
-Site
sobre "Saúde e Comportamento":
Dra.
Estela Pazos (veterinária e especialista em gatos)
"O
homem gostaria de ser peixe ou pássaro, a serpente
gostaria de ter asas, o cão é um leão
confuso...
Mas o gato quer ser somente gato,
e todo gato é um puro gato
desde o bigode ao rabo".
(Pablo Neruda)
Para
todos nós, amantes de gatos....(o
termo correto para nos definir
é "Ailurófilos")
O gato
é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ronron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença - é carinho.
(texto de: Ferreira Gullar)
Nikolas
e Samýra
DIFERENÇAS
ENTRE CÃES E GATOS...
Um
CACHORRO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me
leva para passear, me leva ao veterinário, me afaga,
me agrada, me ama...ELE é um deus!"
Um
GATO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me
leva ao veterinário, me afaga, me agrada, me ama...EU
sou um deus!''
Puma
O
GATO
(Vinícius de Moraes)
Com
um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.
(Nikolas)
"Como
qualquer um que já passou muito tempo com os gatos
já sabe, os gatos têm enorme paciência
com as limitações da mente humana.”
Cleveland
Amory
O
Sábio...não vejo, não ouço
e não falo...mas tudo observo...
"Só
quem teve um cão sabe o que é ser amado".
Friedrich Nietzsche
"Acredito
que os cães podem falar, mas para não se
envolverem nas mazelas humanas, preferem latir".
Victor Hugo
"Ninguém
se pode queixar da falta de um amigo, podendo ter uma
cão". Marquês de Maricá
"O
cão é a virtude que, impedida de tomar forma
humana fez-se animal". Victor Hugo
"Não
te envergonhes se, às vezes, os animais estejam
mais próximos de ti do que as pessoas. Eles também
são teus irmãos". São Francisco
de Assis
"Maltratar
animais é demonstrar ignorância". Leon
Tolstoi
"Entre
a brutalidade para com o animal e a crueldade para com
o homem, há uma só diferença: a vitima".
Lamartine
"Chegará
o dia em que o homem conhecerá o íntimo
de um animal. E, nesse dia, todo o crime contra um animal
será um crime contra a humanidade". Leonardo
da Vinci
"Olhe
no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque
de lugar com ele. A vida dele se tornará tão
preciosa quanto a sua, e você se tornará
tão vulnerável quanto ele. Agora sorria,
se você acredita que todos os animais merecem nosso
respeito e nossa proteção, pois, em determinado
ponto, eles são nós e nós somos eles."
Philip Ochoa
"Ninguém
cometeu o maior erro do que aquele que não fez
nada porque podia fazer apenas um pouco". Edmund
Burke
-
Pense nisto!
OS
OLHOS DE BASTET
"O
gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo.
É uma chance de meditação permanente
a nosso lado, a ensinar paciência, atenção,
silêncio e mistério. O gato é um monge
portátil à disposição de quem
o saiba receber." (Artur da Távola)
SAMÝRA
MURADDY
LEITURA
NA BORRA DO CAFÉ E TARÔ EGÍPCIO.
Contato para consultas com hora marcada e também
contato para Eventos.
"Quando
o homem aprender a respeitar até o menor ser da
criação, seja animal ou vegetal, ninguém
precisará ensiná-lo a amar seu semelhante".
(Albert Schwweitzer)
"A
compaixão pelos animais está intimamente
ligada à bondade de caráter, e pode ser
seguramente afirmado que quem é cruel com os animais
não pode ser um bom homem."
(Arthur Schopenhauer)