Mitologia
Grega
A
Esfinge aparece na mitologia grega como
um monstro, cabeça e busto de mulher, corpo de cão,
patas de leão, asas de águia e cauda de serpente.
Hera
ou Ares mandaram a Esfinge de sua casa na Etiópia para
Tebas e, em Édipo Rei de Sófocles, pergunta a
todos que passam o quebra-cabeça mais famoso da história,
conhecido como o enigma da esfinge, “Decifra-me
ou Devoro-te”:
Conta-se
que devastava o país de Tebas, propondo enigmas aos homens
e devorando os que não sabiam resolvê-lo. A Édipo,
filho de Jocasta, perguntou:
-
Que ser tem quatro pés, dois pés ou três
pés, e quanto mais tem mais fraco é?
Édipo
resolveu o quebra-cabeça: O homem — engatinha como
bebê, anda sobre dois pés na idade adulta, e usa
um arrimo (bengala) quando é ancião.
Furiosa com tal resposta, a esfinge teria cometido suicídio,
atirando-se de um precipício. Versão alternativa
diz que ela devorou-se.

A
Esfinge egípcia é uma antiga
criatura mística usualmente tida como um leão
estendido, animal com associações solares sacras,
com uma cabeça humana, de um faraó. Usada para
demonstração de poder, assim como as pirâmides
no Egito.
Para
os antigos egípcios, a Esfinge simboliza o Nilo e suas
estações. Ele também era manifestação
de Hator, deusa do nascimento e da morte. A Esfinge foi construída
como guardiã dos horizontes, do Sol nascente e do Sol
poente. Ela detém as chaves para os portais da sabedoria.
No caminho do conhecimento profundo, os Iniciados têm
de enfrentar os desafios propostos pela Esfinge.
Fonte:
Wikipédia e o livro: "O Oráculo da deusa"
- Amy Sophia Marashinsky
