
Na
mitologia nórdica, as Valquírias
eram deidades menores, servas de Odin.
O termo deriva do nórdico antigo Valkyrja (em tradução
literal significa "as que escolhem os que vão morrer").
Nos séculos VIII e IX o termo usado era wælcyrge.
As
Valquírias eram belas jovens mulheres que montadas em
cavalos alados e armadas com elmos e lanças, sobrevoavam
os campos de batalha escolhendo quais guerreiros, os mais bravos,
recém-abatidos entrariam no Valhala. Elas o faziam por
ordem e benefício de Odin, que precisava de muitos guerreiros
corajosos para a batalha vindoura do Ragnarok.
As
Valquírias escoltavam esses heróis, que eram conhecidos
como Einherjar, para Valhala, o salão de Odin. Lá,
os escolhidos lutariam todos os dias e festejariam todas as
noites em preparação ao Ragnarok, quando ajudariam
a defender Asgard na batalha final, em que os deuses morreriam.
Devido a um acordo de Odin com a deusa Freya, que chefiava as
Valquírias, metade desses guerreiros e todas as mulheres
mortas em batalha eram levadas para o palácio da deusa.
As
Valquírias cavalgavam nos céus com armaduras brilhantes
e ajudavam a determinar o vitorioso das batalhas e o curso das
guerras. Elas também serviam a Odin como mensageiras
e quando cavalgavam como tais, suas armaduras faiscavam causando
o estranho fenômeno atmosférico chamado de “Aurora
Boreal”.
Fonte: wikipédia
