BASTET,
a deusa gata. Protetora dos gatos, das mulheres, da maternidade,
da cura. Era guardiã das casas e feroz defensora dos
seus filhos, representando o amor maternal.
Deusa Solar, mas como uma felina tem também grande ligação
com a Lua, porque a luz e a magia da Lua influência a
todos os felinos e a fertilidade.
O
Templo de Bastet, era em Bubastis
(cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast"
(significa "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados
que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam,
porque eram considerados como encarnação da deusa.
Bastet é
uma das esposas de Rá (deus Sol), com
quem foi mãe de Nefertum e Mihos.
É
representada como uma Gata Preta, com um brinco
e um colar ou uma mulher com cabeça de gato segurando
um sistro, instrumento musical sagrado.
Os antigos
egípcios representavam os seus deuses com aspecto humanos
e com cabeça de animal. Cada deus tem seu animal sagrado
associado e digno de adoração, como se fosse a
própria divindade.
Bastet foi
uma das divindades mais veneradas no Antigo Egito. Nas festas
dedicadas a Bastet, as ruas enchiam-se de música, de
dança, brincadeiras, com muita comida, muitos doces,
mel e vinho.
O gato doméstico
foi trazido para o Egito por volta do ano 2.100 a.c. e era muito
valorizado por ser matador de cobras.
Considerado
um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte
natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal
de luto. Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito,
que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.
O símbolo do GATO PRETO era utilizado
pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade
de cura.
Fonte: http://www.olhosdebastet.com.br/