<%@LANGUAGE="JAVASCRIPT" CODEPAGE="1252"%> ERÍNIAS
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ERÍNIAS

Mitologia Grega

 

As Erínias (ou as Fúrias) eram as forças de retribuição personificadas como três deusas donzelas negras imortais. Na Grécia matriarcal pré-helênica, elas se vingavam e puniam quem matasse seus parentes. Na peça Oréstia, do poeta Ésquilo, Orestes (o filho de Clitemnestra) e de Agamenon, mata a mãe, enfurecendo assim as Erínias, que saíram em sua perseguição. Quando seu julgamento resultou num impasse, Atena, a deusa da Sabedoria, foi chamada para dar o voto decisivo. Seu voto deixou Orestes livre de qualquer castigo pelo matricídio. As Erínias, não satisfeitas, exigiram vingança. Atena consolou-as com promessas de rituais especiais em sua honra. Elas então receberam outro nome, as Eumênidas, ou “As Benevolentes”.

As Erínias são divindades presentes desde as origens do mundo e, apesar de terem poder sobre os deuses e não estarem submetidas à autoridade de Zeus, vivem às margens do Olimpo, nas profundezas do submundo, onde torturavam as almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone.

Nasceram das gotas do sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Pavorosas, possuíam asas de morcego e cabelo de serpente.

Os deuses as rejeitam, mas as toleram. Os homens fugiam delas. Sendo forças primitivas, atuavam como vingadoras dos crimes e reclamavam com insistência a punição do homicida com a morte.

 

Fonte: Wikipédia e o livro: "O Oráculo da deusa" - Amy Sophia Marashinsky