Mitologia
Egípcia
HATHOR
deusa-mãe,
do amor, da sexualidade, da música, da dança,
da alegria e da embriaguez.
A
música era usada para acalmar as mulheres durante o parto
e em festivais religiosos, para exorcizar maus espíritos
e, certamente, para trazer alegrias.
O
nome Hathor significa "Casa de Hórus"
É
representada de várias formas, foi principalmente com
a cabeça de vaca, com chifres ou simplesmente como uma
vaca, segura na mão um Sistrum ou sistro que usa para
espantar os maus espíritos.
É
a legítima portadora do sistro (era feito em geral em
bronze, mas também existiam exemplares em madeira e em
faiança. Os sistros estavam particularmente associados
ao culto da deusa Hathor, mas poderiam também ser empregues
no de Ísis, Bastet e Amon. Os Egípcios acreditavam
que o som produzido pelo instrumento poderia aplacar o deus
em questão. Quando o culto de Ísis se difundiu
na bacia do Mediterrâneo, o sistro tornou-se um instrumento
popular entre os romanos). Trazia a felicidade e era chamada
de "dama da embriaguez" e muito celebrada em festas.
As mulheres solteiras oravam para ela enfeitiçar seus
espelhos de metal. Distribuidora do amor e da alegria, deusa
do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus
e do faraó.
Em
mais de uma dinastia o Faraó era considerado filho de
Hathor ou seu consorte.
Hathor
é considerada também a deusa das batalhas e sendo
identificada com a Estrela Sírius. Os
egípcios acreditavam que a Estrela Sírius detinha
o destino do nosso Planeta. E para lá iam às almas
dos Faraós e Sacerdotes. Alguns
historiadores dizem que foi desta Estrela que chegaram os deuses
que ensinaram toda sabedoria para este povo.
O
Ano Novo egípcio deveria ocorrer por volta de 21 de junho,
mas atualmente os egiptólogos colocam no início
de agosto quando surgia a Estrela Sírius no horizonte
antes do sol nascer e quando atingia uma determinada altura
no céu marcava o Ano Novo e o início da cheia
do rio Nilo.
Hathor
foi adorada no Egito por mais de 3 mil anos. Diz-se que ela
presidia o nascimento de cada criança e revelava o padrão
de seu destino.
Fonte:
Wikipédia e o livro: "O Oráculo da deusa"
- Amy Sophia Marashinsky
