<%@LANGUAGE="JAVASCRIPT" CODEPAGE="1252"%> MULHER DO MILHO ou MÃE DO MILHO
e-Mail
MULHER DO MILHO ou MÃE DO MILHO

Mitologia Indígena


MULHER DO MILHO ou MÃE DO MILHO

Os aborígines nativos e os povos do pueblo: os Arikana, Pawnee, Cheyenne, Mandan, Hidatsu, Abnaki, Cherokee e Huron, vêem o milho como uma deusa.
A Mulher do Milho reúne as figuras da Mãe do Milho, da Donzela do Milho e da Mulher Amarela. Todas elas se relacionam com o milho como um ser sagrado que se entrega ao seu povo para sustentá-lo e nutri-lo. O deus criador dos arikana, Nesaru, criou a Mãe do Milho a partir de uma espiga de milho que cresceu no céu. A Mãe do Milho então veio a Terra e ensinou ao povo como honrar as divindades e plantar o milho.

Para os Astecas seu nome é Chicomecóatl, traduzido como "sete serpentes". As cerimônias dedicadas a esta deusa são comemoradas no mês Huei Tozoztli e seus templos são decorados com milho e as sementes depositadas nele são abençoadas.

Era chamada também de Xilonen ("A peluda"), referindo-se às barbas do milho em vagem, ao ser considerada "Jovem Mãe do milho macio" ou jilote; era assim protetora de uma das fases do ciclo do milho. Xilonen também podia ser chamada Centeocíhatl e fora casada com Tezcatlipoca

Outra forma associada à Chicomecoatl é Ilamatecuhtli ("A senhora da saia velha"), a maçaroca madura, coberta por folhas enrugadas e amarelentas.

 

Fonte: "O Oráculo da deusa" - Amy Sophia Marashinsky

www.wikipedia.org