TARA
Tara,
que surgiu na Índia e cujo nome significa “Estrela”,
é uma das principais deusas do panteão tibetano.
É conhecida por ajudar aqueles que chamam por ela em
tempos tumultuados e de necessidade, para seguir por um caminho
mais claro, para encontrar o silêncio e a força
interiores. Ela também é a deusa do autocontrole
e do misticismo. Da primeira lágrima de compaixão
formou-se um lago. No meio deste lago surgiu um lótus.
Quando ele floresceu, Tara emergiu. Embora lhe fosse oferecido
reencarnar em forma masculina, ela jurou sempre reencarnar mulher.
Tara
é conhecida na China como Kuan Yin
e no Japão como Kwannon.
É a deusa mais importante do budismo tibetano. Considerada
a salvadora, a deusa branca, a deusa mãe que possui 21
aspectos.
É venerada como a mãe de todos os bodhisattvas,
os aspirantes à iluminação. Educa-os com
sabedoria. A deusa Tara branca e a deusa Tara verde estabeleceram
o budismo no Tibete. Esta deusa é representada com o
terceiro olho no meio da testa, símbolo do seu conhecimento
supremo.

NASCIMENTO DE TARA
Avalokiteshavara, o Buda da Compaixão, que em profundo
pesar ante os sofrimentos do samsara, lhe caíram lágrimas
dos olhos, lágrimas essas que formaram um lago. Do fundo
do lago emergiu uma flor de lótus. Quando o botão
se abriu, uma maravilhosa divindade feminina saiu de dentro
dela. Era Tara, que em sânscrito, significa "Estrela".
A nobre Deusa Tara é descrita como "da cor da lua,
calma, sorridente, sinuosa, irradiando luz de cinco cores...”.
Tara, filha de Avalokiteshavara, tem beneficiado muitos seres,
manifestando-se de varias formas e realizando varias atividades
através de estados particulares de concentração.
A sua terra pura chama-se “harmonia das folhas de turquesa”.
Fonte:
Internet e "O Oráculo da deusa" - Amy Sophia
Marashinsky
